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Ânima x Ânimus – O equilíbrio perfeito

Ânima x Ânimus  – O equilíbrio perfeito
Ânima x Ânimus – O equilíbrio perfeito
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Talvez você já tenha ouvido por aí alguém dizer “Nossa, mas esta mulher é muito ânimus” ou “Esse cara é muito ânima”. Mas afinal, o que é ânima e ânimus? E qual a relação desses arquétipos com “equilíbrio”?

Ânima é a alma natural da mulher. As características ânima compreendem a bondade, compreensão, empatia, gentileza, justiça, emoção, intuição, capacidade de amar, cuidar, ouvir, criatividade, beleza, espiritualidade.

Ânimus é a alma natural do homem. As características ânimus compreendem a coragem, persistência, força de vontade, razão, ação, pensamento claro, raciocínio lógico, concentração, cumprimento de metas, discernimento, empreendedorismo.

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Veja que não estamos falando de bom ou mau, mas sim de opostos que se harmonizam no ponto de equilíbrio. É como você querer usar só a razão e esquecer a emoção, ou deixar-se levar pela emoção sem usar a razão. Não dá, quando isso acontece a gente sente que falta algo… mas quando equilibramos razão + emoção há uma harmonia, há equilíbrio, algo que diz dentro da gente que estamos indo pelo caminho certo. E o que seria da intuição sem a ação? Ou da compreensão sem a coragem? Ah, e há momentos em que a compreensão pode exigir muita coragem!

O ânimus e a ânima devidamente reconhecidos e integrados ao ego contribuirão para a maturidade do psiquismo. Quando um homem desenvolve sua ânima e a mulher desenvolve o seu ânimus, há equilíbrio.

 

O homem e sua ânima

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Assim, podemos dizer que a ânima são as características naturais femininas que o homem precisa desenvolver. Quando desenvolvida, o homem passa a ter a capacidade de sentir o que se passa com outro ser humano, desenvolve a retidão de caráter, a ponderação no julgamento, a sensibilidade em lidar com o outro, o senso de justiça, a polidez, a gentileza, libera a criatividade, a capacidade de ouvir, a integração com a família, a capacidade de liderança, encontra um sentido para a vida e desenvolve respeito e devoção pela mulher. Um homem que não tem essa ânima desenvolvida, ou que não sabe ouvi-la, torna-se vingativo, mau-caráter, grosseiro, materialista, não respeita a mulher, possui sentimentos instáveis, não tem a possibilidade de amar e não tem nenhum relacionamento com o inconsciente. Pode ser extremamente bruto e agressivo, machista e há uma tendência para o uso abusivo de álcool e drogas.

 

A mulher e seu ânimus

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O ânimus são as características naturais masculinas que a mulher precisa desenvolver. Quando desenvolvida, a mulher passa a ter iniciativa, pensamento claro, raciocínio lógico, capacidade de concentração, torna-se forte, mas não “machona”, discernimento, diferenciando o real da fantasia. Uma mulher sem esse ânimus desenvolvido torna-se machona, vingativa, insensível, autoritária, excessivamente dependente, fantasiosa, com medo de tudo e de todos, quer disputar o tempo inteiro e pode se aproximar de homens mais frágeis para ser a “comandante” da situação.

 

Ânima e Ânimus e as Projeções

Ânima e Ânimus são responsáveis pelas qualidades das relações com pessoas do sexo oposto.  Enquanto inconscientes, o contato com estes arquétipos são feitos em forma de projeções.

O homem, quando se apaixona por uma mulher, está projetando a imagem da mulher que ele tem internalizada.  É fato que a pessoa que recebe a projeção é portadora, como dizia Jung, de um “gancho” que a aceita perfeitamente.  O ato de apaixonar-se e decepcionar-se, nada mais é do que projeção e retirada da projeção do objeto externo.  Geralmente o que se ouve é que a pessoa amada deixou de ser aquela por quem ele se apaixonou, quando na verdade ela nunca foi, só serviu como suporte da projeção de seus próprios conteúdos internos.

Jung define projeção da seguinte forma: “A projeção é um processo inconsciente automático, através do qual um conteúdo inconsciente para o sujeito é transferido para um objeto, fazendo com que este conteúdo pareça pertencer ao objeto. A projeção cessa no momento em que se torna consciente, isto é, ao ser constatado que o conteúdo pertence ao sujeito”.

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Como vai a sua ânima/ânimus? O que você tem feito para desenvolver ou potencializar essa porção masculina/feminina em você? Em muitos casos um processo terapêutico pode facilitar esse “olhar para dentro de si” e ajudar a desenvolver nossas melhores potencialidades. Pense nisso!

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Karina Ferrari é Psicanalista, Terapeuta Holística e Coach, atuando em seus atendimentos com a Terapia Psicanalítica, o Reiki, a Terapia Floral de Bach, o Balanceamento Muscular (Cinesiologia) e Coaching. Instrutora e Pesquisadora dos Florais de Bach, com formação Internacional em Florais de Bach pelo Instituto Bach, tendo constante participação em cursos, palestras e conferências para aprofundamento sobre o tema. Realiza atendimento em consultório particular e empresas, ministra cursos e palestras sobre Reiki e sobre os Florais de Bach, ministra palestras voltadas ao desenvolvimento pessoal e profissional e é facilitadora de grupos de estudos no Instituto Religere. Agende uma sessão agora mesmo entrando em contato comigo, por telefone ou e-mail.

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